quarta-feira, 23 de julho de 2025

Bem comer, bem beber e bem estar!♡

 



Desde sempre, a minha alma se deixou envolver por um amor profundo pela culinária. Para mim, cozinhar não é apenas preparar alimentos, é uma forma de contar histórias, de criar memórias e de conectar pessoas através de sabores que falam ao coração. Foi este amor que me levou a sonhar com um espaço especial, um refúgio onde o encanto e a autenticidade se encontrassem numa mesa cheia de emoções e cuidado: nasceu assim o Provence, em Proença-a-Nova.

Cada prato que crio é uma viagem, uma pesquisa constante pela perfeição, pela harmonia entre ingredientes e tradições. Não quero apenas servir comida, quero oferecer momentos de descoberta, de prazer e de nostalgia. A minha investigação para a carta é um caminho que mistura a essência da cozinha mediterrânea com influências históricas, onde as Ordens Hospitalares, Militares Napoleónicas e religiosas aparecem muitas vezes no dia a dia das minhas criações. São histórias que se entrelaçam com o meu amor pela história e pela cultura, dando vida a pratos que carregam memória, fé e coragem.

No Provence, cada detalhe foi pensado para que os nossos clientes sintam o calor de um lar, o encanto de uma tradição bem preservada, e a magia de uma experiência gastronómica única. Aqui, a paixão pela culinária é o motor de tudo, e cada visita é uma oportunidade de partilhar o meu mundo, de oferecer um pedaço de mim através de sabores que despertam emoções. 

Sou a Cheffe Maria Caldeira de Sousa, e o meu maior desejo é que cada pessoa que passe pela nossa porta sinta o amor, a dedicação e a história que estão em cada prato. Porque, para mim, abrir este espaço foi mais do que um sonho realizado, foi uma entrega de alma, uma celebração da vida, do património e cultura que nos faz únicos.

Eu não estou sozinha, já somos alguns para equipe ♡ 

quinta-feira, 10 de julho de 2025

Eram 6 da manhã na Vagueira

 





Ao mar, embarco no que transporta redes, entregando-as ao silêncio das águas.

O rasgar do motor corta a quietude, enquanto os homens, em entrega silenciosa, deixam a alma com o oceano. 

Redes que caem ao mar, seguras por mãos vãs que guardam segredos profundos. No largo, o mestre revela ao templo tudo o que a volta de Deus orienta. Na carga das redes, carregadas de dúvida. A arte do Mestre Alberto é xavega , acolhe a minha alma ou talvez todo o corpo. 

Sinto o desejo de retornar, ao mar, à paz, ao mistério que só o mar conhece.

Gratidão pela a alegria que trago comigo ♡






observei-os fascinada no laboratório escuro.

  Sob as oliveiras centenárias de Monsanto, onde as pedras parecem guardar os segredos do início do mundo, o tempo parou.  Não sou apenas a ...